Sêneca

Sêneca (c. 4 a.C.-65 d.C.), filósofo latino, dramaturgo, político e eminente escritor da idade de prata da literatura latina. Nasceu em Córdoba e foi nomeado tutor de Nero.

Entre seus numerosos escritos que sobreviveram à passagem do tempo, destacam-se Problemas naturais (54 d.C.), sete livros nos quais analisa os fenômenos da natureza de um ponto de vista estóico; Epístolas morais a Lucílio (63-64) e vários tratados estóicos sobre temas como a ira (41-44), a serenidade e o retiro filosófico (55-56). Seus diálogos e tratados morais são humanos e persuasivos. Também escreveu nove tragédias em verso.

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Georg Wilhelm Friedrich Hegel



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Hegel, Georg Wilhelm Friedrich (1770-1831), filósofo alemão. É o representante máximo do idealismo e seu trabalho revela a influência do pensamento grego e de autores como Baruch Spinoza, Jean-Jacques Rousseau, Immanuel Kant, Johann Gottlieb Fichte e Schelling. Seu propósito foi elaborar um sistema que englobasse as idéias de seus predecessores e criar um marco conceitual a partir do qual a realidade, concebida como um absoluto ou espírito absoluto, pudesse ser compreendida com base em pressupostos teóricos racionais. A obrigação da filosofia é explicar seu desenvolvimento.

O primeiro passo consiste em esclarecer a estrutura racional interna do absoluto: ele deve ser considerado como pensamento, espírito ou mente, num processo de contínuo autodesenvolvimento, que é regido por uma lógica dialética. O método dialético tem por fundamento a idéia de que esse movimento, processo ou progresso é resultante do conflito entre contrários. Tradicionalmente, esta dimensão tem sido analisada em termos de tese, antítese e síntese.

Em segundo lugar, é preciso demonstrar de que forma o absoluto se manifesta na natureza e na história humanas. A natureza é o pensamento absoluto, ou ser, que se objetiva sob uma aparência material. As mentes finitas e a história da humanidade são o processo do absoluto, que se manifesta no espírito ou na consciência.

Em terceiro lugar, deve-se explicar a natureza teológica do absoluto. A meta do processo cósmico dialético pode ser melhor compreendida no âmbito da razão. À medida que a razão finita avança no entendimento, o absoluto progride no sentido do autoconhecimento. Hegel analisa esta progressão humana no entendimento sob três enfoques: na arte, na religião e na filosofia. Esta última representa o conceito mais elevado, porque capta o absoluto de forma racional.

Nesse processo de análise da natureza do espírito absoluto, Hegel deixou contribuições fundamentais numa grande variedade de áreas, como a filosofia da história, a estética e a ética social. De uma forma ideal, o Estado é a manifestação da vontade geral, que é a mais alta expressão do espírito ético. A submissão a essa vontade geral é o ato próprio de um indivíduo livre e racional.

Seu pensamento exerceu grande influência em autores como Ludwig Feuerbach, Bruno Bauer, Friedrich Engels e Karl Marx. Entre suas obras mais importantes estão: A fenomenologia do espírito (1807), A ciência da lógica (1812, 1813, 1816) e Lições de história da filosofia (1833-1836).

O Idealismo

Tendência filosófica que reduz toda a existência ao pensamento. Opõe-se ao realismo, que afirma a existência dos objetos independentemente do pensamento. No idealismo absoluto, o ser é reduzido à consciência. Ao longo da história da filosofia, ele aparece sob formas menos radicais não nega categoricamente a existência dos objetos no mundo, mas reduz o problema à questão do conhecimento.

O idealismo toma como ponto de partida para a reflexão o sujeito, não o mundo exterior. O idealismo metódico de Descartes é uma doutrina racionalista que, colocando em dúvida todo o conhecimento estabelecido, parte da certeza do pensar para deduzir, por meio da idéia da existência de Deus, a existência do mundo material. O idealismo dogmático surge com George Berkeley (1685-1753), que considera a realidade do mundo exterior justificada somente pela sua existência anterior na mente divina ou na mente humana. Para ele, “ser é ser percebido”. Immanuel Kant formula o idealismo transcendental, no qual o objeto é algo que só existe em uma relação de conhecimento. Ele distingue, portanto, o conhecimento que temos dos objetos, sempre submetidos a modos especificamente humanos de conhecer, como as idéias de espaço e tempo, dos objetos em si, que jamais serão conhecidos.

Na literatura, o romantismo adota boa parte dessas idéias. Johann Gottlieb Fichte (1762-1814) e Friedrich von Schelling (1775-1854) desenvolvem esse conceito e se tornam expoentes do idealismo alemão pós-kantiano. Eles conferem às idéias de Kant um sentido mais subjetivo e menos crítico: desconsideram a noção da coisa-em-si e tomam o real como produto da consciência humana. Friedrich Hegel (1770-1831) emprega o termo idealismo absoluto para caracterizar sua metafísica. Ao considerar a realidade como um processo, ele discute o desenvolvimento da idéia pura (tese), que cria um objeto oposto a si a natureza (antítese), e a superação dessa contradição no espírito (síntese).

Esse movimento se dá na história até que o espírito se torne espírito absoluto, ou seja, supere todas as contradições, por meio da dialética, e veja o mundo como uma criação sua.

O Que é Fenomenologia?

Corrente filosófica iniciada pelo filósofo e matemático alemão Edmund Husserl (1859-1938) que pretende estabelecer um método de fundamentação da ciência e da filosofia, esta última como ciência rigorosa. Baseia-se no conceito de fenômeno (aquilo que é percebido pela consciência) para investigar a vida perceptiva: como a percepção torna possível a consciência dos objetos do mundo; como atos subjetivos, o juízo e a memória, por exemplo, podem ser examinados por uma faculdade superior da própria consciência, chamada de eu transcendental, responsável pela síntese que torna possível a apreensão de objetos. A primeira grande obra em que aparecem os frutos do método fenomenológico é Investigações Lógicas (1900-1901).

A investigação deve ater-se ao modo como as coisas aparecem ao homem, como ele unifica a multiplicidade de aparições e como projeta significações sobre os objetos percebidos. Para o fenomenólogo, não existe a consciência pura, mas sempre a “consciência de alguma coisa”. Esse conceito, fundamental para a fenomenologia, é chamado de intencionalidade.

Os grandes temas da fenomenologia são questões clássicas da filosofia desde Descartes. Por isso uma das principais obras de Husserl é uma discussão da obra do filósofo francês: Meditações Cartesianas. A fenomenologia serve de fonte a vários filósofos, em especial aos ligados ao existencialismo.

O filósofo alemão Martin Heidegger (1889-1976) utiliza a fenomenologia em sua maior obra, Ser e Tempo (1927), para estudar a essência do ser, a temporalidade e o sujeito sempre em um contexto. É na França, porém, que a fenomenologia alcança maior sucesso, por causa dos existencialistas. Filósofos como Jean-Paul Sartre e Maurice Merleau-Ponty (1908-1961) usam o método para o estudo das estruturas da percepção, da consciência e da imaginação.

A atenção dispensada ao olhar, à percepção, à imaginação, às coisas e ao outro faz o método fenomenológico ir além das fronteiras da filosofia. Fala-se hoje de uma sociologia, uma psicologia e uma teoria literária fenomenológicas. O método volta-se principalmente para as artes, nas quais proporciona um novo modo de consideração das obras artísticas.

Dicionário Houaiss: Filosofia

n substantivo feminino

1 Rubrica: filosofia.

amor pela sabedoria, experimentado apenas pelo ser humano consciente de sua própria ignorância [Segundo autores clássicos, sentido original do termo, atribuído ao filósofo grego Pitágoras (sVI a.C.).]

2 Rubrica: filosofia.

no platonismo, investigação da dimensão essencial e ontológica do mundo real, ultrapassando a mera opinião irrefletida do senso comum que se mantém cativa da realidade empírica e das aparências sensíveis

3 Rubrica: filosofia.

no âmbito das relações com o conhecimento científico, conjunto de princípios teóricos que fundamentam, avaliam e sintetizam a miríade de ciências particulares, tendo contribuído de forma direta e indispensável para o surgimento e/ou desenvolvimento de muitos destes ramos do saber

4 Rubrica: filosofia.

na dimensão metafísica, conjunto de especulações teóricas que compartilham com a religião a busca das verdades primeiras e incondicionadas, tais como as relativas à natureza de Deus, da alma e do universo, divergindo entretanto da fé por utilizar procedimentos argumentativos, lógicos e dedutivos

5 Rubrica: filosofia.

no âmbito da relação entre teoria e prática, pensamento inicialmente contemplativo, em que o ser humano busca compreender a si mesmo e a realidade circundante, e que irá determinar, em seguida, o seu caráter prescritivo ou prático, voltado para a ação concreta e suas conseqüências éticas, políticas ou psicológicas

6 conjunto das obras filosóficas de um determinado autor; teoria, sistema, doutrina

Ex.: a f. de Platão

7 pensamento ou obra escrita de conteúdo filosófico

Ex.: nesta manhã, embebeu-se com a f. de Platão

8 conjunto de concepções filosóficas comuns a determinado grupo social; pensamento coletivo

Ex.: f. francesa

9 Derivação: por extensão de sentido (da acp. 5).

conjunto de princípios para orientação na vida prática; razão, sabedoria

Ex.: pelos ditados e provérbios percebe-se muito da f. popular

9.1 elevação ou serenidade de espírito, possibilitando a manutenção do ânimo e do humor frente às adversidades; sabedoria

Ex.: encarar os fatos com f.

10 conjunto de idéias de (literato, teórico, letrista etc.)

Ex.:

n apositivo e substantivo feminino

Rubrica: artes gráficas. Diacronismo: antigo.

11 diz-se de ou caráter tipográfico de 11 pontos Didot

Etmologia: lat. philosophìa,ae ‘filosofia’, do subst. gr. philosophía,as ‘amor da ciência, do saber, do conhecimento’, de phílos ‘amigo, amante’ e sophía ‘conhecimento, saber’; significava no período pré-socrático o estudo teórico da realidade, o saber do sábio, amor e conhecimento do lógos ‘verbo, palavra’, que tudo rege e unifica, em contraposição à polymathía, polymátheia ‘saber de coisas desconexas, saber que não ensina a ter compreensão’, segundo Heráclito (c544-c480 a.C.), no fragmento 40; nas línguas mod. mantém-se o voc. erud. gr., cf. it. filosofia (sXIV), esp. filosofía (c1250), prov. philosophia, fr. philosophie (sXII), ing. philosophy (1340), al. Philosophie; ver 1fil(o)- e -sofia; f.hist. sXIV philosifia

NYC – Columbia University – Philosophy Hall

Philosophy Hall, built in 1910, was one of the original buildings designed for Columbia university’s Morningside Heights campus by Charles Follen McKim of McKim, Mead, and White. The 8-story, Italian Renaissance Revival building houses the English, Philosophy, and French departments, along with the university’s writing center, part of its registrar’s office, and the student lounge of its Graduate School of Arts and Sciences

As a senior at Columbia University’s new Philosophy Hall in 1912, Edwin H. Armstrong worked in the second-floor Hartley Laboratories on his first of several major developments in wireless communication technologies. After graduation the promising young engineer was assigned a small laboratory to continue his work, and eventually became the head of the Hartley Laboratory. Even after a series of inventions made him not only wealthy, but one of the foremost inventors in wireless technology, Armstrong continued to use these second-floor laboratories and office facilities, as well as lecture rooms elsewhere in Philosophy Hall, to advance his work. The last of his major developments was the design of a wide-band frequency modulation (FM) system that achieved unprecedented fidelity and elimination of static.

Over the years the building has been home to such notable faculty members as philosophers John Dewey, Frederick J. E. Woodbridge and Ernest Nagel, Guadeloupean novelist Maryse Condé, French literary scholar Michael Riffaterre, poet Kenneth Koch and English literary scholars Lionel Trilling, Edward Said, Carolyn Heilbrun, Quentin Anderson, Gayatri Chakravorty Spivak and Mark Van Doren.

The lawn in front of Philosophy Hall is the site of an original cast of The Thinker (Le Penseur), one of the most famous pieces by French sculptor Auguste Rodin.

Existencialismo

Termo usado para designar a filosofia de pensadores que se preocupam com a existência finita do homem no mundo, descartando questões metafísicas como a imortalidade e a transcendência. Como é aplicado a filósofos muito diferentes, há quem negue sua existência como escola de pensamento. Os nomes mais identificados com o existencialismo
são os dos franceses Jean-Paul Sartre e Maurice Merleau-Ponty (1908-1961). É um movimento do século XX, mas tem fortes raízes na obra de filósofos do século XIX, como Sören Kierkegaard (1813-1855) e Nietzsche.
Os existencialistas rejeitam o princípio do cartesianismo de que o homem existe porque pensa. Para eles, o ser humano pensa porque existe. A consciência, para os existencialistas, não antecede a experiência. Ela é parte da existência, que, por sua vez, é construída com a vivência, o contato com outras pessoas e objetos. O próprio homem cria essa existência em função de seus sentimentos, desejos e, principalmente, de suas ações. Ele se forma a partir de suas escolhas.Por isso, os existencialistas prezam a liberdade e a responsabilidade e rejeitam o conformismo. Para eles, essa posição estende-se à política. Depois da II Guerra Mundial, o movimento influencia a literatura.